Da Oceana Offshore ao Grupo CBO: origem e desenvolvimento de uma operação marítima
25 de junho de 2026

25 de junho de 2026
Impulsionada pela fase inicial de exploração do petróleo nas camadas do pré-sal, a Oceana Offshore foi criada em 2011 pelo Fundo Patria Infraestrutura II. O objetivo da companhia era construir e operar embarcações de apoio a plataformas de petróleo e gás em alto-mar no Brasil. Essas embarcações serviam para a logística de equipamentos e para o auxílio à movimentação e à ancoragem das plataformas.
Em 2013, a Oceana adquiriu a Companhia Brasileira de Offshore. A operação deu origem ao Grupo CBO e transformou a empresa, então em estágio inicial de implantação, em um dos maiores prestadores de serviços de logística e apoio a plataformas marítimas de óleo e gás do país.
Sob a gestão do fundo do Patria, a nova companhia expandiu sua frota com a construção de um estaleiro próprio, em janeiro de 2013. O primeiro navio produzido no local foi lançado em março de 2015. Ao todo, oito embarcações construídas no Brasil pela CBO passaram a substituir embarcações estrangeiras até então empregadas nessas operações.
Atualmente, a CBO opera cerca de 45 embarcações de apoio às operações de óleo e gás em águas profundas, incluindo o pré-sal. A companhia mantém atuação contínua na logística e no suporte a plataformas no litoral brasileiro, atendendo a uma das maiores empresas de exploração de óleo e gás em águas profundas do mundo.
A trajetória da CBO reflete o potencial de crescimento da infraestrutura no Brasil. Iniciativas dessa natureza contribuem para gerar empregos, ampliar a escala das operações, fortalecer as cadeias logísticas e apoiar o desenvolvimento do setor de suporte a plataformas de petróleo no país.